Por:
Rosmari A. M. Lazarini ¹ |
Com
o grande desenvolvimento urbano, principalmente nas grandes
capitais brasileiras, muitos jardins residenciais deram
lugar às garagens.
Cada
dia mais, as casas vão sendo construídas
em pequenos terrenos, dificultando manter jardins que
possam acomodar plantas ornamentais de médio e
grande porte. Uma significante parcela da população
opta por morar em edifícios e as plantas que adquirem
para decoração de seu lar restringem-se
a pequenos vasos.
Os
edifícios, residenciais novos e empresariais, apresentam
um jardim cujo projeto paisagístico é parte
integrante do projeto arquitetônico seguindo a tendência
da época. Os edifícios mais antigos que
ainda não foram remodelados apresentam maior variedade
de espécies comuns como rosas, hibiscos, hortênsias,
gerânios.
Pequenos
ou grandes, os jardins são apreciados pela beleza
e encanto. Quem não pode ter um jardim procura
a companhia das plantas cultivadas em vasos para sentir-se
mais perto da natureza.
A
flora urbana, principalmente as árvores são
importantes nas cidades, pois são responsáveis
em absorver, infiltrar e evaporar as águas da chuva;
proteger o solo contra erosão; abrigar pássaros
e outros animais pequenos e por contribuir para a melhoria
do clima e da poluição, mantendo a umidade
atmosférica.
As
fotos aqui apresentadas foram tiradas na Capital e nos
municípios próximos à região
metropolitana de São Paulo e têm a intenção
de mostrar que a população ainda possui
hábitos tradicionais de cultivo, seja com árvores,
plantas ornamentais e até com árvores frutíferas.
Elas testemunham a favor da natureza, resistindo às
conseqüências do progresso e com exuberância
e beleza nos presenteiam com suas flores.