Aproveitando
a data comemorativa do Dia das Nações Unidas,
24 de outubro, o órgão gestor da Política
Nacional de Educação Ambiental, composto
pelos ministérios do Meio Ambiente e da Educação,
inaugura nesta segunda-feira página na internet
com mais de 80 documentos, produzidos em vários
países, sobre a Década das Nações
Unidas da Educação para o Desenvolvimento
Sustentável, instituída em janeiro deste
ano.
O objetivo é disponibilizar o maior número
possível de informações, em português,
sobre a iniciativa das Nações Unidas. Os
textos, apresentados em seqüência cronológica,
permitem traçar a trajetória histórica
do surgimento da educação para o desenvolvimento
sustentável até a oficialização
da Década.
Em http://www.deds.cjb.net/, estão disponíveis
tratados, declarações, cartas de compromisso,
resoluções e manifestos sobre a Década,
além de documentos relativos às iniciativas
a serem integradas na implementação da proposta,
como a Década das Nações Unidas da
Alfabetização, o Plano de Ação
de Dakar de Educação para Todos e os Objetivos
de Desenvolvimento do Milênio. A página contém
também propostas e projetos de implementação
dessas iniciativas, adaptados à realidade brasileira
e/ou latino-americana e arquivos complementares como livros,
relatórios e apresentações em power
point.
Os principais documentos são acompanhados de sinopses
e todos os arquivos podem ser baixados. Os interessados
encontrarão ainda uma seção com atalhos
úteis para páginas semelhantes, na internet,
com informações produzidas por outras entidades.
De acordo com o diretor de Educação Ambiental
do Ministério do Meio Ambiente, Marcos Sorrentino,
a página foi concebida para democratizar a informação,
auxiliar a formação de coletivos educadores
e dar subsídios à formulação
e gestão de políticas educativas voltadas
à sustentabilidade. Quanto às críticas
a respeito da conveniência ou não da substituição
do vocábulo educação ambiental por
educação para o desenvolvimento sustentável
, Sorrentino afirma que a transparência e a democratização
das informações tornam-se ainda mais estratégicas
para qualificar a compreensão e o debate em torno
dos limites e possibilidades da iniciativa das Nações
Unidas.
ASCOM
Fonte:
http://www.mma.gov.br/ascom/ultimas/index.cfm?id=2030