Sob
o guarda-chuva do programa Agrovida, criado há
dez anos, a Bayer mantém uma extensa gama de atividades
voltadas ao uso correto de produtos fitossanitários
e programas de apoio ao homem do campo dirigidos a diversas
faixas de público, desde estudantes até
a imprensa especializada.
Em
2004, explica o engenheiro agrônomo Marcelo Vasconcelos,
a empresa implementou a campanha “Vista Essa Idéia”
para difundir o uso de equipamentos EPI, desenvolveu um
programa específico de combate aos produtos ilegais
(contrabandeados ou falsificados) e promoveu o Bayer Young
Environmental Envoy, projeto especial que levou quatro
jovens estudantes à Alemanha, para conhecer de
perto a companhia e seu trabalho. Também foram
convidados para viagem à Alemanha jornalistas que
atuam na área de desenvolvimento sustentável.
Entre
as atividades da Bayer, Vasconcelos destacou ainda o SOS
Soja, programa que criou centros de diagnóstico
e monitora doenças da soja, indicando o momento
correto de aplicação de fitossanitários
por meio de 66 centros de assistência ao agricultor.
Outra
ação fundamental da Bayer tem sido o Projeto
Águas, criado em 2001 para levar ao homem do campo
informação e orientação a
respeito da proteção dos corpos d’água,
conforme as normas do Código Florestal. A empresa
desenvolveu manual em parceria com a Esalq/USP.
Em
2004, por meio de diversas parcerias com entidades, secretarias
da educação e universidades de Santa Cruz
do Sul (RS), foram promovidos dias de campo para crianças,
com a premiação dos 20 melhores trabalhos.
O
Projeto Mandalla, implementado para incentivar o desenvolvimento
da agricultura familiar na Paraíba, é um
dos principais motivos de orgulho da empresa, diz Marcelo
Vasconcelos. “A Bayer foi a primeira parceira do governo
federal no projeto Fome Zero. Dentro dessa linha, promovemos
o Mandalla, para estimular a produção de
hortaliças e frutíferas e a criação
de pequenos animais em pequenas propriedades”.
Com
a construção dos tanques d’água na
forma circular (daí o nome Mandalla, que batiza
uma ONG), é possível criar uma área
de irrigação para canteiros de hortaliças
- folhosas e não folhosas – com um sistema simples
e funcional de baixo custo. O primeiro projeto foi implantado
na fazenda Acauã (propriedade histórica,
fundada em 1757) e a Bayer patrocinou o custo de construção,
de R$ 4.400,00 para cada Mandalla, além de pagar
um salário mínimo mensal, durante seis meses,
para cada família de agricultores.
“Hoje,
já são mais de mil agricultores envolvidos,
com investimento de R$ 300 mil em um trabalho bem articulado
que inclui manejo integrado do cultivo, apoio logístico
e financeiro, fornecimento de biblioteca e geração
de emprego para os jovens da região”. As informações
são do boletim mensal da Andef.
FONTE:
http://www.agrolink.com.br/noticias/pg_detalhe_noticia.asp?cod=24389